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Perguntas e Respostas

PERGUNTAS FREQUENTES

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O tempo para que se observe alguma melhora é bastante variável, dependendo de qual problema o paciente apresenta e qual medicação o paciente está fazendo uso. Existem remédios cuja ação é rápida, podendo se observar alguma resposta após alguns minutos. Outras medicações podem levar algumas semanas até que se observe alguma resposta. O médico que prescrever a medicação deve informar sobre o tempo previsto para se observar algum efeito.

Não. Atualmente, a maioria das medicações utilizadas em psiquiatria não causa dependência. Em caso de dúvidas sobre quais medicações podem causar dependência, consulte seu médico especialista.

Alguns remédios psiquiátricos podem provocar sonolência, pois alguns ansiolíticos e pouquíssimos antidepressivos têm a sonolência como efeito colateral. Atualmente existem diversas opções medicamentosas que não provocam sedação. Consulte seu médico, pois ele é a pessoa mais habilitada para lhe ajudar na escolha de uma medicação, caso ela seja necessária.

Sim, algumas medicações podem provocar alterações no apetite. Algumas podem provocar aumento de apetite, com possível ganho de peso. Outras medicações podem levar a perda de apetite. Esses efeitos colaterais por vezes são desejados, como em situações em que o paciente apresenta uma doença com perda de apetite e de peso, portanto nessa situação podemos considerar o uso de medicações que ajudem na recuperação do apetite. O mesmo se pode realizar em paciente que esteja com aumento do peso e do apetite ao selecionar uma medicação que colabore com o controle do peso. Lembre-se que a escolha da medicação deve ser realizada por seu médico especialista, que irá realizar uma avaliação clínica completa, podendo solicitar exames laboratoriais complementares para uma avaliação mais minuciosa.

Sim, diversas dificuldades emocionais podem surgir durante a gestação ou mesmo após o parto. A maioria dessas situações é considerada normal para o período, porém podem surgir quadros mais delicados que poderão necessitar do uso de medicações. Nem todas as medicações podem ser utilizadas pela gestante, mas existem medicações que podem ser utilizadas em determinados períodos da gravidez. Todas as situações de alterações emocionais durante ou após a gestação devem ser avaliadas por um médico especialista, pois podem causar sérias repercussões para a mãe, para o filho e para toda a família.

Sim, e devem realizar tratamento quando for necessário. Os pacientes idosos sofrem de diversos quadros psiquiátricos, como, por exemplo, depressão, perda de memória (quadros demenciais), ansiedade entre outros. Essas situações são extremamente debilitantes e provocam intensa queda na qualidade de vida do idoso, interferindo também na família e nos cuidadores. O tratamento dos idosos visa melhorar a qualidade de vida e reduzir os efeitos do envelhecimento e promover melhora no relacionamento do idoso com seus familiares.

Sim. São frequentes os distúrbios emocionais em crianças e em alguns casos é necessário o tratamento. São exemplos de problemas que merecem tratamento nas crianças, o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), os transtornos de ansiedade e os transtornos depressivos na infância, que podem ter características diferentes das depressões observadas nos adultos.

Sim. A associação de depressão com ansiedade é bastante comum. A avaliação cuidadosa do paciente deve ser feita para que se estabeleça o diagnóstico correto e o melhor tratamento seja instituído. A associação dos transtornos emocionais é comum, não apenas da depressão com ansiedade, mas podem coexistir quadros de depressão, demência, ansiedade, euforia, compulsões, obsessões, uso de álcool e outras drogas, psicose, entre outros quadros.

Na maioria das situações, o tratamento é transitório, podendo ser interrompido sob orientação médica em determinado momento. O tempo preciso dependerá de cada paciente e de cada transtorno que esteja em tratamento. Em algumas situações o uso das medicações deverá ser mantido por tempo prolongado ou até mesmo ser feito continuamente. Somente com a avaliação do médico especialista será possível determinar o tempo adequado de tratamento.

A necessidade de internação tem se tornado cada vez mais rara, principalmente pelo aperfeiçoamento dos tratamentos. Em poucas situações a internação é necessária, como em pacientes que tenham agitação, agressividade, que estejam colocando em risco as pessoas ou a si próprios ou em casos em que a família ou os cuidadores não conseguem oferecer o tratamento adequado.

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